Sempre querido, engraçado, mas nem tudo era um mar de rosas... O facto de te chateares com pouca coisa tornava-me menos confiante em relação à nossa proximidade.
Comecei a ficar com medo de me magoar, de te magoar e, sobretudo, de te perder.

Fomos mudando, cada um à sua maneira e certas coisas foram perdidas e jamais serão recuperadas.
Eu continuo a gostar muito de ti, mas para que a nossa amizade seja para sempre, ambos temos de querer que ela seja eterna. Estás disposto a fazer esse esforço?
Cátia,
22 de Dezembro de 2009
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