22 de dezembro de 2009

Preciso da tua amizade

És único, eu sei, mas essa exclusividade começou a tornar-te um pouco antipático e não gosto de ti assim. Gostava da pessoa que eras antes de se criar um espaço enorme entre nós!

Sempre querido, engraçado, mas nem tudo era um mar de rosas... O facto de te chateares com pouca coisa tornava-me menos confiante em relação à nossa proximidade.
Comecei a ficar com medo de me magoar, de te magoar e, sobretudo, de te perder.



Fomos mudando, cada um à sua maneira e certas coisas foram perdidas e jamais serão recuperadas.
Eu continuo a gostar muito de ti, mas para que a nossa amizade seja para sempre, ambos temos de querer que ela seja eterna. Estás disposto a fazer esse esforço?



Cátia,
22 de Dezembro de 2009

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